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Eco do martelo inglês

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bandeira-UE

Uma das coisas interessantes de se ler quando notícias de alto impacto como a do rompimento da Inglaterra com a União Européia vem à tona, é a opinião dos internautas nas redes sociais. O economista Ricardo Amorim publicou artigo no Linkedin sobre as possíveis repercussões dessa cisão para o mundo e o Brasil, causando forte movimentação de comentários, e alguns merecem ser replicados para reflexão:

AAEAAQAAAAAAAAVHAAAAJDlkZWQyNzBlLWQ4YjMtNDYyMC1iMTY3LWJlZTMwZWQ1MzU4MQCarlos Alberto Dalprat Sousa

Gestor Administrativo Financeiro – SDE Representação Comercial

A saída do Reino Unido da União Europeia com certeza diminuirá a força de todos no mercado mundial. Acredito que ingleses estão dando um tiro no pé, pois quando se negocia com a União Europeia a força é muito superior. Qual o interesse do mundo econômico em negociar de forma isolada? Não tenho dúvida de que a economia do Reino Unido ficar fragilizada, ocorrendo, inclusive, desvalorização da Libra no mercado mundial. O Reino Unido tem um sistema financeiro extremamente forte, e com o isolamento perderão a oportunidade de negociar com todos os países da UE. Acredito que em curto prazo teremos vários problemas sim, porém a médio prazo, muitos investidores do Reino Unido retornarão para o mercado dos países emergentes (BRICS) em buscas de melhores retornos financeiros. As empresas brasileiras devem estar atentas aos novos negócios com o Reino Unido que, com certeza, irão surgir. Na guerra uns choram e outros vendem lenços.

AAEAAQAAAAAAAAS4AAAAJDlkYzZiYjk2LWFkMTctNDdkYy05YjM4LWM4Y2NmODliN2I4ZQJosé Renato Pequeno

Consultor Big Data na Produban

A impressão que eu tenho é que parece que a Inglaterra deixou o planeta. A vida vai seguir do mesmo jeito. Eles continuam e continuarão dependendo e dominando o mundo. O que eles não querem na verdade é ter que dividir o bolo com imigrantes de países que não são desejados por eles. Ir para a Inglaterra e passear lá é uma coisa, ir morar lá é outra bem diferente. Infelizmente, vivemos em um mundo de especulações financeiras e especuladores sem escrúpulos. Essa é a verdade. Eles já não utilizam o euro, já não permitem a entrada de outros europeus livremente, tudo isso já justifica o que disse antes, eles não querem dividir o “bolo” com os demais, tipo Grécia e outros. Vida que segue.

AAEAAQAAAAAAAAizAAAAJDRlMzU2NTdlLTYzZmUtNDVmYS05OGM3LTc0NDczMDRlZmE5OAChef Domenico Paolo Pecora (Paulinho)

Consultor Master e Chef Instrutor de Gastronomia e Gestão de A&B. Chef Corporativo na Gelateria Di Frediccio
Boa Noite a todos. Acho engraçado aparecer essa onda de extrema direita em todo o mundo, justo qdo o USA passa por essa “TRUMPCRASH” e provoca dentro do eleitorado americano algo que desconfiávamos, mas não acreditávamos, que é esse sentimento xenófobo e radical de resolver problemas sociopolíticos. Aí de repente, como nunca havia se visto, uma verdadeira multidão de eleitores vão às urnas na UK e votam pelo LEAVE no referendo e bem numa época em que o mundo nunca viu tantos refugiados!
 Não vejo nem o Reino Unido e nem os EEUU perderem dividendos em suas macroeconomias. Vejo uma aliança crescendo, um novo eixo político e econômico entre USA, Reino Unido e França, sim a própria e próxima a se desligar da União Européia, um bloco independente e autônomo. Apesar de que para a França, esta transição será muito mais dolorida, sua economia está calcada no cambio e no Euro, coisa que os outros não, o próprio povo inglês já espera essa parceria com os americanos. Não vejo uma crise econômica financeira e sim sócio política, as Economias de ambos estão amparadas por uma forte moeda e os paraísos fiscais controlados pela Coroa Britânica, além de não sofrerem com cambio flutuante, possuem reservas cambiais imensas, uma balança comercial extremamente favorável, além de suas Indústrias de Turismo e de Royalts serem suas principais atividades de alimento do seus respectivos superávits. Se o Brasil conseguir controlar essas mesmas indústrias e instituições seguirá pelo mesmo caminho… E por que tudo isso? A Intenção dos USA é de isolar a Rússia e a China e vai usar o Bloco Europeu para isso e financiado com o dinheiro dos Direitassos Radicais que mandam nessas indústrias e nesses índices. Assim terão o que querem e da forma que esperavam. Dou 6 meses para isso começar a acontecer, me chamem de louco, depois me digam…! Abraços a todos
***
É curioso ver como as pessoas pensam de formas tão radicalmente opostas! O fato é que o reino se uniu e provocou o cenário mundial econômico e político. Ricardo Amorim faz uma análise interessante dos dados. Vou reproduzir apenas um trecho, e quem se interessar pela íntegra, pode acessar o link.

O Reino Unido deixará a União Europeia. E você e o seu emprego com isso?

Em uma decisão histórica, o Reino Unido decidiu em um plebiscito deixar a União Europeia. Talvez, você esteja se perguntando o que você, no Brasil ou em qualquer outro lugar fora do Reino Unido, tem a ver com isso. Muito mais do que você imagina.

Para começo de conversa, as Bolsas despencaram em todo o mundo, sinalizando que as expectativas para os resultados das empresas e a economia mundial pioraram, mas por quê?

Razões não faltam. A decisão vai reforçar um movimento anti-establishment, nacionalista e populista na Europa e nos EUA, aumentando a incerteza sobre o futuro. Isto leva empresas a serem mais cautelosas em seus investimentos e, por consequência, reduz a geração de empregos e o crescimento da economia mundial.

Desde a virada do milênio, o ritmo de crescimento médio dos países desenvolvidos foi apenas a metade do que era nas três décadas anteriores. Ainda mais grave, ele favoreceu quase que exclusivamente os detentores de capital, à medida que um movimento em direção a taxas de juros negativas – já há mais de US$9 trilhões em títulos pagando taxas de juros negativas nos países desenvolvidos – gerou bolhas de ativos financeiros, mas o fraco desempenho econômico fez os salários subirem menos do que a inflação, isto é, caírem em termos reais. O resultado é que mesmo nos EUA, o país desenvolvido de melhor desempenho econômico neste milênio, a renda mediana é hoje menor do que há 30 anos em termos reais. Em outras palavras, pela primeira vez na história dos EUA, o americano médio está pior de vida do que estavam seus pais com a mesma idade. Isto está gerando muito ressentimento e, como infelizmente é comum nestes casos, um forte movimento de caçar as  bruxas e culpar imigrantes e estrangeiros.

Nas últimas eleições na Europa…https://www.linkedin.com/pulse/o-reino-unido-deixar%C3%A1-uni%C3%A3o-europeia-e-voc%C3%AA-seu-emprego-amorim

Só o tempo dirá quem está mais perto da razão. É bom ficarmos atentos para onde soprarão esses ventos…

Até breve.

Maria Alice Guedes

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Maria Alice Guedes

Maria Alice Guedes

Jornalista e escritora, autora do livro Desnudeios - Um retrato do homem moderno em suas relações de afeto.

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