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Para ser um passageiro educado no avião

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O usuário do transporte aéreo nem sempre conta com os melhores serviços nos aeroportos brasileiros. Isso é fato. Mas, quando algo indevido acontece, ele dispõe de diversos canais para fazer sua reclamação. Autoridades aeronáuticas, companhias aéreas e os próprios veículos de comunicação oferecem meios para que os passageiros manifestem suas queixas. O mesmo, porém, não acontece com aeronautas e aeroviários, que, muitas vezes, são obrigados a sofrer calados nas mãos de usuários pouco educados. Por isso, resolvemos dar voz a pilotos, comissários e atendentes em geral e traduzir de uma forma bem-humorada as reclamações daqueles que aguentam em silêncio os caprichos dos clientes.

CELEBRIDADE
Com exceções, os famosos confundem “celebridade” com “prioridade”. São artistas, políticos, atletas e congêneres, que exigem tratamento VIP, como se estivessem em um táxi-aéreo. Não raro, eles simplesmente entram na fila de check-in exclusiva para o atendimento de idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. E o pior: se algo dá errado, ainda assim, costumam dar chilique.

ATRASADO
Os contratempos fazem parte da rotina aeroportuária. Passageiros não chegam no horário solicitado pelas companhias por causa do trânsito, aeroportos fecham por falta de condições operacionais e voos atrasam porque a torre não consegue acomodar os aviões em solo. O problema é que muitos se exaltam e acabam não só descontando sua raiva nos atendentes como travando a fila durante mais tempo do que o necessário.

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WORKAHOLIC
Muita gente acha que a restrição ao uso de eletrônicos em voo se deve às interferências. Sim, se todo mundo ligar seu celular ao mesmo tempo, há esse risco, daí a necessidade de deixar o telefone no modo avião. Mas existe outra razão, pouco conhecida e até mais importante, para que os comissários peçam aos passageiros que desliguem seus aparelhos: facilitar a evacuação em caso de emergência. A lógica é a mesma do encosto e da mesinha.

EMBRIAGADO
Turistas com medo de avião costumam beber para relaxar. Quando dormem, as coisas vão bem. Agora, se resolvem continuar bebendo, a situação tende a fugir do controle, até porque o ar rarefeito potencializa os efeitos do álcool. O passageiro, então, perde o senso de convivência e, além de incomodar, coloca a operação em risco. Alguns tentam abrir portas que não devem, outros passam mal e tem até aqueles que resolvem dormir na galley.

COLECIONADOR
Voar exerce um fascínio sobre as pessoas e não são raros os que gostam de levar lembranças de suas viagens aéreas. Alguns são colecionadores; outros, passageiros voando pela primeira vez. E eles levam de tudo: revista de bordo, travesseiro, cobertor, talher, copo e por aí vai. Os entusiastas vão além. Desembarcam com safety card e até coletes salva-vidas. Já os vândalos são capazes de arrancar a mesinha e, no limite, telas e controles eletrônicos.

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ESPERTO
É aquele passageiro, normalmente um frequent flyer, que não despacha bagagem para desembarcar sem demora no destino e lota o bin com malas de todas as formas e tamanhos. Em geral, eles estão entre os primeiro na fila de embarque. O problema aqui é que alguém sempre fica sem espaço para colocar seus pertences e a bomba estoura na mão da comissária. O limite de bagagem de mão, segundo a Anac, é 5 quilos ou 115 centímetros de volume.

GRUPO
Viajar em bando costuma ser uma experiência excitante, mas os exageros parecem inevitáveis. Os mais jovens, seguindo a lógica do “macaco vê, macaco faz”, são capazes das piores estripulias, falando alto, jogando objetos uns nos outros e incomodando os demais passageiros. Os mais velhos paqueram as comissárias, não observam as exigências de segurança e se sentem donos do voo.

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Vinicius Costa

Vinicius Costa

Jornalista com MBA em Cinema Documentário pela FGV.Especialista em Política, Cultura e Sustentabilidade.

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